MUDAS DE PITANGA (Eugenia uniflora).
Árvore de porte médio, chegando até alturas próximas de 5 metros. Utilizada na recuperação de Ambientes Degradados e Matas Ciliares.
Fornece alimento também para a avifauna (aves) e tem também uso medicinal.
Floresce entre julho e novembro, com frutos entre outubro e janeiro.
Espécie pioneira, podendo ser plantada em borda de matas e matas ciliares (margem de rio), tanto em solos úmidos como drenados.
Foto: Gravataí - RS. Mauricio Pereira.
MISSÃO
O VIVEIRO CORTICEIRA é especializado na produção e plantio de mudas de espécies nativas do sul do Brasil, para o uso em PAISAGISMO, REFLORESTAMENTO, COMPENSAÇÃO AMBIENTAL, RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS além da confecção de BRINDES ECOLÓGICOS.
Consulte-nos: corticeira.mudas@gmail.com
REGISTRO NA SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE - 100.48870/10
Consulte-nos: corticeira.mudas@gmail.com
REGISTRO NA SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE - 100.48870/10
Açoita-cavalo (Luehea divaricata)
Açoita-cavalo (Luehea divaricata). No Rio Grande do Sul ocorre em todas as formações florestais, exceto na floresta nebular (Sobral et al., 2006).
Árvore de altura entre 20 e 30 metros, com flores entre dezembro e fevereiro e frutos entre maio e julho. Espécie pioneira, utilizada para fixação de barrancos em todos os tipos de solo.
Árvore de altura entre 20 e 30 metros, com flores entre dezembro e fevereiro e frutos entre maio e julho. Espécie pioneira, utilizada para fixação de barrancos em todos os tipos de solo.
Mudas de pau-de-arco, camboatá, catiguá-morcego (Guarea macrophylla)
Espécie nativa do Rio Grande do Sul, na floresta do Alto Uruguai, na floresta da encosta meridional da Serra Geral, na floresta atlântica e na porção norte da encosta da Serra do Sudeste
Árvore de tamanho aproximado entre 4 e 10 metros, com flores com pétalas róseas ou vermelhas, florescendo entre outubro e novembro.
Além da utilização na recuperação de áreas degradadas, esta espécie oferece madeira para confecção de embalagens e brinquedos. Seus frutos são atrativos para as aves, agindo como dispersores desta espécie.
Espécie recomendada para áreas encharcadas/alagadas.
Categoria sucessional: Secundária inicial, Secundária tardia.
O VIVEIRO CORTICEIRA trabalha na produção de mudas desta espécie. Possuímos mudas em diferentes tamanhos e embalagens.
Além da utilização na recuperação de áreas degradadas, esta espécie oferece madeira para confecção de embalagens e brinquedos. Seus frutos são atrativos para as aves, agindo como dispersores desta espécie.
Espécie recomendada para áreas encharcadas/alagadas.
Categoria sucessional: Secundária inicial, Secundária tardia.
O VIVEIRO CORTICEIRA trabalha na produção de mudas desta espécie. Possuímos mudas em diferentes tamanhos e embalagens.
Frutificação e floração de pau-de-arco, camboatá, catiguá-morcego.
Novo Hamburgo, RS
Mudas de Corticeira-da-serra (Erythrina falcata)
Muda de corticeira-da-serra
(Erythrina falcata)
(Erythrina falcata)
Espécie nativa do Rio Grande do Sul, com ocorrência nas florestas da metade norte, na encosta
da Serra do Sudeste e na encosta da Serra Geral.
da Serra do Sudeste e na encosta da Serra Geral.
Árvore de tamanho aproximado entre 20 e 25 metros, com flores de cor laranja nos meses de maio a novembro e frutos em setembro/dezembro. Utilizada para recuperação de margens, preferindo os solos úmidos.
O VIVEIRO CORTICEIRA trabalha na produção de mudas desta espécie. Possuímos mudas em diferentes tamanhos e embalagens.
O VIVEIRO CORTICEIRA trabalha na produção de mudas desta espécie. Possuímos mudas em diferentes tamanhos e embalagens.
Floração de corticeira-da-serra
Bento Gonçalves, RS
Foto: Mauricio da Silveira Pereira
PLANTIOS
O VIVEIRO CORTICEIRA em parceria com a empresa de consultoria ambiental BIOARQ realizou nos últimos meses de julho e setembro dois plantios de mudas de espécies nativas do Rio Grande do Sul. O primeiro, com sugestão da Fundação Municipal de Meio Ambiente (FMMA), foi realizado o plantio de 85 mudas no Parque Municipal de Eventos Ireno Michel - Gravataí, RS.
Já o segundo plantio foi realizado às margens do arroio Ipiranguinha em Gravataí, assim como proposto pela BIOARQ a FMMA. Foram utilizadas 135 mudas de espécies típicas desse ambiente, visando a recuperação da mata ciliar desse arroio.
Fotos: BIOARQ Consultoria Ambiental
PAISAGISMO
BRINDES ECOLÓGICOS
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
Produzimos mudas de espécies recomendadas para o plantio em áreas degradadas visando sua recuperação. Estas espécies possuem algumas características que propiciam seu desenvolvimento em áreas com alta incidência de luminosidade, sendo estas espécies responsáveis pela formação de um ambiente favorável ao crescimento das demais essências da flora local (SUCESSÃO ECOLÓGICA). As espécies que realizam está função são conhecidas com PIONEIRAS ou PRECURSORAS, entre elas destacam-se a aroeira-vermelha (Schinus terebinthifolius) e grandiúva (Trema micrantha).
REFLORESTAMENTO e COMPENSAÇÃO AMBIENTAL
As mudas produzidas para estes fins encontram-se em embalagens plásticas de tamanho 14 x 21 centímetros e sua altura varia de 40 cm a 1,20 metros.
O VIVEIRO CORTICEIRA, além de realizar o plantio, oferece recomendação técnica sobre as espécies indicadas para o plantio nas diversas regiões do Rio Grande do Sul.
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